domingo, 3 de junho de 2012

Amamentando


É incontestável que o leite materno é o melhor alimento para o bebê desde o nascimento, trará defesa contra doenças, deixará o bebê mais forte, inteligente e feliz, além de ajudar a desenvolver os músculos e ossos da face. No entanto, muitas mães desistem de amamentar por problemas que enfrentam nas primeiras semanas. 

Quando o bebê nasce, ainda na fase do colostro, não sabe ainda como mamar e, a mãe inexperiente só quer que seu filho se alimente bem. No entanto, se a pega não for correta o bebê fará o seio da mãe de chupeta, o que provocará fissuras e dores. Para evitar esses problemas é importante ter alguns cuidados, cuidados esses que só tive conhecimento depois de sofrer muito, inclusive com a temida mastite.
O primeiro passo para uma amamentação adequada inicia com a posição correta da mãe ao amamentar, sentada confortavelmente, apoiada com almofadas e tranquila, pois a ansiedade só atrapalha. Ao oferecer o seio para o bebê é importante observar:


Se ainda assim surgirem fissuras nos seios, é importante não desistir, mesmo que as dores incomodem. Alguns médicos receitam cremes à base de lanolina, eu usei o "massê-amamentação" e ajudou, mas há o inconveniente de limpar o seio a cada mamada, e aí dói novamente. 

Mais tarde descobri as conchas de amamentação, e essas sim foram a salvação, pois além de recolherem o excesso de leite através da pressão exercida, também mantêm o bico do seio com ventilação e longe de fungos e bactérias, ainda protegem o atrito com o sutiã, melhorando as fissuras. Há várias marcas no mercado, não necessariamente uma melhor, vai depender a que se ajusta melhor ao seio.  

                                         
Nos três primeiros  meses, o organismo produz mais leite, porque ainda está se adaptando às necessidades do bebê, com o tempo o corpo aprenderá a produzir somente o necessário. Essa produção de leite além do necessário pode provocar outro problema, a mastite, que é o empedramento do leite, provocando febre alta e dores. O bebê deve mamar até o finalzinho, pois a gordurinha do final é muito importante para ele, mas isso vai acontecendo naturalmente, aos poucos, conforme o bebê vai aprendendo a mamar. Para evitar a mastite é importante retirar o excesso de leite produzido, pode ser manualmente ou com bomba manual ou elétrica.
                                           
Para quem está se perguntando se vale a pena comprar esses itens, acredite, é bem melhor do que enfrentar as dores ou a febre altíssima de uma mastite, sem contar com os medicamentos que precisará tomar.  

Independente dos problemas que possam surgir, não desista, é importante para o desenvolvimento do seu bebê e pode, sim, ser muito prazeroso, sem dores. Os resultados você verá ao longo do crescimento do bebê e realmente fará toda a diferença! Lembre-se ainda, se não puder mesmo amamentar, converse com seu obstetra e também com o pediatra, que indicará a melhor fórmula para o bebê. 
                                      

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